Após o nascimento do bebé a sua alimentação baseia-se no leite materno ou
infantil, que lhe fornece os elementos nutricionais indispensáveis ao seu
crescimento: protéinas, lípidos, glúcidos, sais minerais e vitaminas.
Entre os 4 e 6 meses o bebé começa a mexer-se mais, a virar-se e a segurar
a cabeça. Estas evoluções constituem uma actividade física intensa comparada
com a dos seus primeiros meses, altura em que praticamente só dorme.
As suas necessidades de energia vão aumentar progressivamente.
Em paralelo, o seu sistema de deglutição torna-se mais maduro. E mesmo
mantendo o leite (materno ou infantil) na base da sua alimentação, ele vai
poder descobrir novos alimentos: é o inicio da diversificação alimentar.
Para o bebé a diversificação alimentar representa múltiplas descobertas: sabores,
texturas, mas também o conhecimento da colher. Trata-se de um novo ritmo nas
refeições, tornando-se mais espaçadas e a horas mais regulares: uma
pequena revolução na vida do bebé e da mamã!
Para que esta etapa decorra da melhor forma, basta respeitar algumas regras
simples: a aprendizagem de novos alimentos deve ser feita com produtos adaptados
às suas necessidades e de forma progressiva para que o seu sistema digestivo
possa se habituar.
O seu bebé entra numa fase de novas experiências alimentares com a introdução
das primeiras papas, frutas e legumes.
Ele encontrará nestes alimentos os nutrientes de que precisa para fazer face
às suas necessidades energéticas cada vez mais importantes.
Esta nova fase é também uma fonte de questões:
- Que alimentos dar em primeiro lugar?
- Quais será ele capaz de digerir?
- Como evitar as alergias alimentares?
- Que fazer se ele não quiser comer?
Se na sua família há um historial de alergia, o pediatra pode decidir aguardar
mais algum tempo antes de começar a diversificação alimentar.